24 de dez. de 2010
Dias Melhores Virão: Christmas Lights a todos!
Meu bloguinho, assim como uma pequena empresa, morreu antes de completar seu primeiro ano de vida. ~Talvez porque eu tenha mudado um pouco nesses últimos meses. Talvez porque os assuntos abordados ateriormente, já não sejam de grande interesse pra mim. Tenho pensado mais em música e na arte das palavras, do que nas artes manuais. Então, pra mostar minha gratidão e respeito às pessoas queridas que passaram por aqui, quero dizer que o blog vai ficar na prateleira por um tempo. Não quero que seja a 'morte' real dele: prefiro pensar que é só um rito de passagem e que em breve o KEKA KIRCHER voltará reformulado e cheio de energia. (espero que eu também esteja reformulada e cheia de energia). Enfim, que 2011 seja mais produtivo e repleto de idéias bacanas, e que a vida da gente ande pra frente, sempre evoluindo. Só uma coisa eu espero que não mude de jeito nenhum: a presença, o apoio e a participação de vocês.
E pra desejar um Feliz Natal a todos, eu gostaria que vocês vissem esse video e essa música linda. Pra variar, é o último trabalho da minha banda favorita, o Coldplay (depois de colaborar com 1 site e 2 fóruns sobre eles, fica difícil pensar em outra coisa). A mensagem começa um pouco triste, mas logo o clima de esperança surge na música e o espírito de Natal invade a gente. Que Deus esteja dentro de cada um de nós, que tenhamos todos um Feliz Natal e um Ano Novo com um novo "nós"! Bêjos e obrigada por tudo!
Keka Kircher
1 de nov. de 2010
Video de 2ª! (no bom sentido)
16 de set. de 2010
10 anos de casada!
A vida é uma conquista diária e nem sempre essa conquista depende só de nós mesmos. Depois que a gente se casa, então, depende muito menos só da gente. Você tem que contar com quem está do seu lado pra vencer a briga. Depois de 10 anos, acho que estamos em grande vantagem e... ganhando a guerra!
Bêjos a todos!
11 de ago. de 2010
Estou com mania de borboletas
Teve também uma das bonequinhas postadas mais abaixo, que foi batizada de Coldie Japaniplay, e que carrega uma almofadinha com estampa de borboleta. Claro que essa bonequinha só poderia ter sido criada pra a minha amiga-todafofa Paty Martin, que às vezes aparece por aqui e faz uns comentários.
Como os blogs tem por princípio serem uma espécie de diário, onde quem escreve pode compartilhar seus gostos e suas vivências, resolvi mostrar de onde vem Lovers in Japan. Assim, vocês podem me conhecer um pouco melhor e, quem sabe, eu trago mais alguém pro fã-clube, nenão?! Posso garantir que estar debaixo daquela chuva é uma emoção incrível! Se já é lindo no video, imaginem ao vivo.
Além do mais, ver o Mr. Martin cantando e correndo pelo palco nunca é uma total perda de tempo... se é que vocês me entendem!
Eu, pensando alto: "Agora tá explicado por que a minha maiga Paty é... Martin!"
23 de jun. de 2010
Post de aniversário - Na velocidade do som
Mas, graças a Deus, eu não sou uma pessoa dada à depressão. Sei que o que passou fez de mim o que eu sou hoje e, se eu quero que algo seja diferente, tem que ser daqui pra frente. Sei que amanhã a minha trilha sonora vai ser Speed of Sound (adoro o Coldplay!). É uma música bastante motivadora. Ela diz que algumas coisas vão nos deixar confusos, nós não vamos entender. Mas, que também não se pode inventar certas coisas e, então, só nos cabe acrditar!
E eu acredito que Algo Maior nos sustem. Acredito que eu acertei nas escolhas mais importante e decisivas (alguém duvida?). Acredito que, para o futuro, só me resta seguir reta e firmemente nas minhas convicções. Mas, sem esquecer que nem tudo cabe a mim decidir e que, por conta disso, eventualmente seja preciso ceder. Afinal, quem não muda não evolui.
E eu estou mudando.
Obrigada à família e ao amigos que se lembraram de mim no dia de hoje. Obrigada também aos meus amigos virtuais (quem disse que amigos virtuais não são amigos reais, nenão?!) do site Viva la Coldplay, que me fazem companhia diariamente, e que hoje me fizeram uma homenagem muito bacana (momento "nó na garganta"). Obrigada ao meu marido (presente da vida) pela famíla que está construindo junto comigo. E obrigada aos meus pequenos, que me deixam maluca, mas que preenchem a minha vida, adoravelmente.
Beijo a todos!
Keka Kircher
8 de abr. de 2010
Querido Diário: Vamos fazer um filme?
Hoje acordei com uma certa nostalgia. E pra coroar o meu estado de espírito melancólico - desses que fazem arder a garganta da gente - ouvi "Há Tempos", do Legião Urbana, tocando no rádio. E pra me afundar ainda mais no poço, resolvi tirar minha 'coleção Legião' da gaveta e ouvir outras músicas.
Me lembrei dos meus 18 anos, da turma da Escola Técnica onde eu fiz o Ensino Médio, das minhas amigas e amigos da época, dos sonhos e planos que se tem quando se é adolescente, e que nem sempre se realizam...
Mas, foi bom pensar nessas coisas. Há muito tempo eu não ouvia as músicas do Renato Russo e não pensava na minha época de escola.
"Vamos Fazer Um Filme", do álbum O Descobrimento do Brasil, ilustra bem esse meu momento "saudade do que já foi e do que nunca vai ser"...
5 de abr. de 2010
Swallowed In The Sea
Swallowed In The Sea
You cut me down a tree
And brought it back to me
Well, that's what made me see
Where I was going wrong
You put me on a shelf
And kept me for yourself
I can only blame myself
You can only blame me
And I could write a song
A hundred miles long
Well, that's where I belong
And you belong with me
And I could write it down
Or spread it all around
Get lost and then get found
Or swallowed in the sea
You put me on a line and hung me out to dry
And darling, that's when I decide to go to see
You cut me down to size
And opened up my eyes
And made me realize
What I could not see
And I could write a book
The one they'll say that shook the world
And then it took,
Took it back from me
And I could write it down
Or spread it all around
Get lost and then get found
And you'll come back to me
Not swallowed in the sea
And I could write a song
A hundred miles long
Well, that's where I belong
And you belong with me
The streets you're walking on
A thousand houses long
Well, that's where I belong
And you belong with me
All good is it to live with nothing left to give
Forget, but not forgive
Not loving all you see
All the streets you're walking on
A thousand houses long
Well, that's where I belong
And you belong with me
Not swallowed in the sea
You belong with me,
Not swallowed in the sea
You belong with me
Not swallowed in the sea.
Tragado Pelo Mar
Você cortou uma árvore
E trouxe-a de volta para mim
Bem, isso me fez ver
Onde eu estava errando
Você me pôs numa prateleira
E me manteve para si
Eu só posso me culpar
Você só pode me culpar
E eu poderia escrever uma música
Com uma centena de milhas de comprimento
Bem, esse é o meu lugar
E seu lugar é ao meu lado
E eu poderia anotar isto
Ou espalhar para todo lado
Perder-me e depois me encontrar
Ou ser tragado pelo mar
Você me colocou num varal e pendurou-me pra secar
E querida, foi quando eu decidi ir ver
Você diminuiu minha importância
E abriu meus olhos
E me fez perceber
O que eu não podia ver
E eu poderia escrever um livro
Aquele que dirão que abalou o mundo
E então ele tirou
Tirou de mim
E eu poderia anotar isto
Ou espalhar para todo lado
Perder-me e depois me encontrar
E você voltará pra mim
Não tragado pelo mar
E eu poderia escrever uma música
Com uma centena de milhas de comprimento
Bem, esse é o meu lugar
E seu lugar é ao meu lado
As ruas nas quais você anda
Com o comprimento de mil casas
Bem, esse é o meu lugar
E seu lugar é ao meu lado
Para que serve viver sem nada mais para dar?
Esqueça, mas não perdoe
Não amando tudo o que vê
As ruas nas quais você anda
Com o comprimento de mil casas
Bem, esse é o seu lugar,
E seu lugar é ao meu lado
Não engolida no mar
Sejamos tragados pelo mar
Fonte:vagalume.com
14 de fev. de 2010
O Bom Carnaval
Mas não é bem assim. Eu realmente não gosto dessa nova 'musica baiana'. Bandas como Parangolé, Psirico, Harmonia do Samba, e outras porqueiras me deixam com vontade de ter nascido surda. E o pior é que essas músicas grudam no ouvido da gente e colam na nossa memória para todo o sempre. Quem não se lembra de "bota a mão no joelho, dá uma abaixadinha, remexendo gostoso, balançando a bundinha"? Ou "na paradinha-dinha-dinha-dinha, swingueira da Bahiaaaaaaaaaaa". MIMATA!
Mas, eu me lembro com muita saudade da época do ritmo do bloco Olodum, ou a levada dos blocos de afoxé, como os Filhos de Gandhi, ou Gerônimo cantando "D'Oxum". Ou ainda, o samba-reggae, aquele dos anos 90, quando a Banda EVA tinha esse nome porque ensaiava na Estrada Velha do Aeroporto. Era muito bom! Eram essas músicas que tocavam nas passeatas dos 'caras-pintadas', na época do Collor. (E eu fui muito nessas passeatas...) Dessa música baiana eu gosto! Músicas com letras bacanas, ou de protesto ou de muita poesia. Hoje, quase todas tem letras de duplo sentido, com muito apelo sexual. E as crianças, na sua inocência, dançam como as dançarinas dos trios. Triste.
E pra quem conhece, poder lembrar; e pra quem não conhece, poder conhecer, aí vai uma seleção de videos com um pouco da boa música baiana, e o samba-reggae, e a batucada que faz a gente querer ir atrás do trio-elétrico!
Salve! Salve, Salvador!
13 de jan. de 2010
Meu planeta, adeus.
Eu vivia entre adultos, gostava de assuntos adultos, gostava de ouvir músicas que não deveria ouvir, queria ir ao Rock’n’Rio - coisa impossível quando se tem dez anos . E, provavelmente por esse interesse pelo que não me convinha, é que eu andava preocupada com o fim do mundo. Sim, amigos. Eram tempos de 'guerra fria', de bomba atômica, de filmes como The Day After e de Fred Mercury cantando “Radio Ga-Ga”.
Eu me lembro de me deitar no chão do quintal, durante as tardes, e ficar olhando as nuvens se moverem no céu. Eu não pensava em como elas mudavam de forma, mas pensava que talvez não fosse vê-las no dia seguinte. Preocupação nada típica para quem é só uma menina, e deveria brincar de boneca. Eu até brincava de boneca, fazia roupinhas, cozinhava pra elas. Mas, a idéia de que uma bomba destruiria a humanidade era muito mais forte. Não sei dizer por quanto tempo durou essa paranóia infantil. Se fui tão encucada por dois dias ou por dois anos. No fundo, não importa. A lembrança de ver as nuvens e, mentalmente ouvir Rádio Taxi cantando “Eva”, é muito clara pra mim.
Eu, pensando alto: "Se eu fechar os olhos, ainda vou
ver aquelas nuvens. Mas hoje elas, simplesmente, mudam de forma."
28 de dez. de 2009
Ano Novo
(Aqui, eu preciso abrir um parêntese para explicar que eu sou irremediavelmente fã do Coldplay, banda que toca essa tal música. Claro, que essa condição de fã faz de mim a pior pessoa do mundo para opinar, com imparcialidade, sobre a qualidade musical da banda. Eu sou sempre tendenciosa na hora da crítica.)
E daí que Glass of Water fala de um sujeito, cheio de fé e esperança, que acreditou ser possível ver o futuro num copo d’água. Mr. Martin, o autor da música, escreve canções de significado explícito, tanto quanto escreve canções de sentido obscuro. Essas músicas menos óbvias tem o poder de provocar a gente, a ponto de ser impossível parar de ouvi-las enquanto não se desvenda o mistério. Acho que essa música ilustra bem as sensações que sentimos no final do ano. Queremos muito que tudo seja melhor mas, lá no fundo do peito - ou do cérebro - algo nos diz que nem sempre é possível que seja assim. Talvez eu tenha feito uma “viagem lisérgica” pelas intenções do autor, mas é assim que eu entendo a letra da música. E é assim que eu encaro o ano novo: com esperança, claro, mas também com os pés no chão.
Feliz Ano Novo! Um melhor 2010 pra todo mundo! Inclusive pra mim...
Glass of Water
Coldplay
Scared of losing all the time
He wrote it in a letter
He was a friend of mine
He heard you could see your future
inside a glass of water
the ripples and the lines
and he asked 'will I see Heaven in mine?'
That is just the way it was
Nothing could be better
And nothing ever was
Oh, they say you can see your future
Inside a glass of water
The riddles and the rhymes
Will I see heaven in mine? Oh-oh-oh-oh!
Son, don't ask
neither how full or empty is your glass!
Cling to the mast,
spend your whole life living in the past,
going nowhere fast!
So he wrote it on the wall
The hollowest of halos
Is no halo at all
Television selling plastic figurines of leaders
Sayin' nothing at all
And we chime
Stars in heaven align
Oh-oh-oh-oh!
Son, don't ask
neither how full or empty is your glass!
Cling to the mast,
spend your whole life living in the past,
going nowhere fast!
And what are we drinking when we're done?
Glasses of water.
Glass of Water (Tradução: Vagalume.com.br)
Com medo de perder todo o tempo
Ele escreveu isso em uma carta.
Ele era um amigo meu.
Ele ouviu falar que você poderia ver seu futuro
Dentro de um copo d'água.
As ondulações e as linhas,
Ele perguntou: Irei eu ver um paraíso no meu futuro?
Oh, aquilo foi apenas a forma como foi.
E nada poderia ser melhor,
E nada nunca foi.
Oh, ele disse que você poderia ver seu futuro
Dentro de um copo d'água
Os enigmas e as rimas,
Ele perguntou: Irei eu ver um paraíso dentro de mim?
Filho, não pergunte,
Nem o quanto está cheio ou vazio o seu copo.
Se agarre ao mastro.
Gaste toda a sua vida, vivendo no passado
E indo a lugar nenhum bem rápido.
Então ele escreveu isso na parede
A mais ôca e vazada das auréolas,
Não é uma auréola completamente.
Televisões vendendo bonecos de plástico de líderes
dizendo nada de mais.
E nós imploramos, estrelas no paraíso, se alinhem!
Filho, não pergunte,
Nem a forma como está cheio ou vazio o seu copo.
Se agarre ao mastro.
Gaste toda a sua vida, vivendo no passado
E indo a lugar nenhum bem rápido.
E o que eu vou beber quando estiver tudo terminado?
Apenas copos d'água.
Minha Interpretação
Ele era um sonhador: tinha ânsia de viver e queria viver intensamente, mas não sabia que caminho seguir. Acreditou que um copo d’água podia lhe trazer respostas. E procurava algo bonito...
Ele foi além com aquela idéia. Aquilo foi o melhor que surgiu na sua vida. E achou que ele próprio poderia ser melhor, ter um paraíso dentro de si mesmo.
Mas alguém tentou mostra-lo a realidade: “Não importa, filho, se a vida é boa ou ruim. Mantenha-se firme, porque no final da contas, ela terá passado tão rápido que você só perceberá que não fez nada relevante quando for tarde demais, e você for velho demais para fazê-lo.
Mas ele tinha esperança e fé. Então, aquela foi a mensagem que ele quis deixar e a escreveu na parede, como um anjo que deixa sua auréola de presente. “Estrelas do paraíso se alinhem e nós teremos um futuro para ver num copo d’água.”
Mas alguém tentou mostra-lo a realidade :“Não importa, filho, se a vida é boa ou ruim. Mantenha-se firme, porque no final da contas, ela terá passado tão rápido que você só perceberá que não fez nada relevante quando for tarde demais, e você for velho demais para fazê-lo.
Mas ele tinha esperança e fé. Ele era meu amigo e seguiu seu caminho. Ele se foi e eu estou aqui. E o que eu vou beber quando estiver tudo terminado? Aqueles copos d’água, que continham tantas promessas.
Apenas copos d'água...
Eu, pensando alto: “Que post gigante! Tudo bem, é o último do ano.”
22 de dez. de 2009
O novo Rei do Pop?
Quem já conhece, talvez concorde comigo. (Já disse que não sou expert no assunto, sou só uma palpiteira) Quem não conhece, procure ouvir alguma coisa do cara e tire suas próprias conclusões.
Eu, pensando alto: “Adoro o Mika! Principalmente os clipes.”